Pokémon Go está a influenciar o mercado e as operadoras portuguesas não querem “perder o comboio”

25-07-2016

Vodafone e MEO não replicaram a oferta da T-Mobile nos Estados Unidos, mas criaram pacotes de produtos dedicados às necessidades dos adeptos do jogo do momento. Entre smartphones e powerbanks, há preços para todas as carteiras e produtos para todos os gostos.

Depois da T-Mobile ter decidido oferecer aos seus clientes norte-americanos um ano de dados móveis gratuitos para Pokémon Go, também as operadoras portuguesas decidiram agora adaptar as suas ofertas ao fenómeno tecnológico do momento.

Até à data não há pacotes de dados dedicados ao jogo, nem previsões de que os tarifários mais “jovens” como a Yorn, Moche ou WTF integrem Pokémon Go no seu sistema de “aplicações sem gastar dados”. Por outro lado, as empresas decidiram criar packs de produtos adequados às necessidades dos “mestres” Pokémon com recurso a smartphones, powerbanks e GB de internet que o utilizador pode gastar como quiser.

Tanto no site da Vodafone como no da MEO, estas ofertas merecem destaque na página principal.

Vodafone

Na Vodafone, as ofertas vão dos 9,90 até aos 274,85 euros, sendo que o produto mais barato inserido no Catálogo Pokémon Go é um carregador portátil Fujipower de 2.200 mAh.

Até aos 29,90 euros, são várias as opções no que toca a powerbanks e o mais caro pode acabar por sair barato: por menos de 30 euros é possível comprar um Fresh n’ Rebel de 6.000 mAh, capaz de carregar duas vezes um smartphone sem ser ligado à corrente.

No leque de smartphones, a Vodafone incluiu os Sony Xperia E5, Huawei P8 lite, Vodafone Smart Ultra 7 e Samsung Galaxy A3. Neste catálogo Pokémon Go, todos eles fazem parte de um pacote especial que integra também um powerbank Fujipower de 2.200 mAh e 15 GB de internet grátis, que terão de ser utilizados até ao fim desta campanha: dia 21 de setembro.

Destas opções, o pacote que inclui o Samsung Galaxy A3 (274,85 euros) é o que exibe o preço mais alto e o Sony Xperia E5 (194,85 euros) o que tem o preço mais baixo.

MEO

A MEO, por sua vez, destaca um rol mais reduzido de ofertas, mas, ao contrário da Vodafone, todas elas – quatro ao todo – são constituídas por smartphone e carregador portátil, um pack a que a operadora chama de Kit PokéMEO.

Neste caso, os preços vão dos 186,18 até aos 505,18 euros e não há oferta de dados móveis. Em compensação, a MEO fez alguns descontos nos pacotes apresentados, que andam na ordem dos 10 euros.

Os smartphones aqui destacados são o MEO Smart A90, o Samsung Galaxy A5, o Huawei P8 lite e o iPhone SE de 16 GB. O powerbank que os acompanha é um NewMobile de 4.300 mAh, que a operadora vende por 17,99 euros em separado na sua loja online.

A NOS, por sua vez, não tem qualquer promoção referente a Pokémon Go destacada no seu website. O TeK contactou a empresa para saber se existiam planos de criar alguma oferta especial, mas não obteve resposta até à hora de fecho deste artigo. Caso a empresa enderece alguma resposta, actualizaremos a notícia.

Quase três semanas após o seu lançamento, Pokémon Go parece não perder fôlego. De acordo com a última análise da E.Life, os adeptos da app já passam mais tempo a jogar do que no Facebook, Instagram ou Snapchat. Em média, são 33 minutos dispendidos diariamente com o jogo de realidade aumentada, mais 11 minutos do que o tempo gasto com a rede social de Zuckerberg.

Atualmente, o jogo já tem mais downloads que Candy Crush e Tinder, ambos lançados em 2012 tanto para Android como iOS. E, no Twitter, já foram publicados mais tweets sobre o jogo do que sobre o Euro 2016 ou o Brexit.

Os números não enganam e a febre tem contagiado milhões ao redor do mundo. Tal como às operadoras, o fenómeno também levou outras empresas a criarem ofertas especiais para os seus jogadores. O Snapchat criou uma história dedicada ao jogo, motoristas organizaram-se para tansportar jogadores durante as suas caçadas, a Zomato organizou uma secção de restaurantes e bares para utilizadores de Pokémon Go e até o Spotify registou um crescimento de 360 por cento no streaming do genérico “Gotta Catch ‘Em All”, que serviu de introdução à primeira temporada da série animada.

Como nota a E.Life, empresa de monitorização e análise de social media, o jogo tornou-se numa poderosa ferramenta de marketing que tem sido utilizada para impulsionar as maiores e as mais pequenas marcas. Seja para a MEO, para a Vodafone ou para os particulares que se disponibilizam a dar boleia aos treinadores mais ansiosos por “apanhá-los a todos”, a febre parece não ter fim.
(Teksapo)

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