Índice Digital Regional: Lisboa mantém «supremacia» face ao resto do país

28-06-2016

A Área Metropolitana de Lisboa manteve em 2015 a «supremacia» em relação ao resto do país no que respeita à sociedade de informação, segundo a última edição do Índice Digital Regional (IDR) da Universidade do Minho (UMinho).

De acordo com o documento, a segunda região melhor classificada voltou a ser o Centro, mas “com larga distância” face a Lisboa, ascendendo “pela primeira vez” a região Norte ao terceiro lugar, por troca com o Algarve (que desceu à quarta posição), e mantendo-se a Madeira no último lugar.

“Este ano, com a introdução de novos indicadores, todas as regiões viram o seu desempenho afastar-se ainda mais da região de Lisboa e da média nacional, o que vem acentuar as assimetrias regionais que se verificam na construção da sociedade da informação em Portugal, à semelhança do que acontece noutras áreas do desenvolvimento”, refere Luís Miguel Ferreira, um dos elementos da equipa responsável pelo estudo.

Concebido pela UMinho, o IDR permite, “com base em informação estatística secundária, uma caracterização mais aprofundada das diferentes realidades nacionais no desenvolvimento da Sociedade da Informação”, tornando possível “a identificação e medição do nível das assimetrias regionais existentes no processo de construção da Sociedade da Informação em Portugal”.

Na análise do posicionamento das sete regiões no ‘ranking’ do índice, a UM destaca que a progressão da região Norte para o terceiro lugar representa a subida de uma posição face à edição anterior do trabalho e de duas posições face à edição de 2012.

Em quinto lugar surge o Alentejo, seguido dos Açores (sexto) e da Madeira que, mais uma vez, ocupa a última posição do ‘ranking’.

Em comunicado, os autores do estudo notam que a acompanhar a subida da média nacional no resultado final (que se cifrou em 5,1%), apresenta-se apenas a Área Metropolitana Lisboa (AML, 2,4%), tendo todas as restantes regiões descido o seu nível entre 2014 e 2015, com a maior queda a acontecer no Algarve (18,3%) e na Madeira (9,2%).

Por outro lado, as regiões que se apresentam abaixo da média nacional (todas exceto Lisboa) viram, entre 2014 e 2015, o seu ’score’ no IDR afastar-se da média nacional que, por sua vez, se aproximou “ligeiramente” da região de Lisboa.

Em cada um dos quatro subíndices que constituem o IDR (Contexto, Infraestrutura, Utilização e Impacto), a AML surge sempre em primeiro lugar e é a única região com desempenho acima da média nacional nos subíndices Contexto e Impacto.

Concebido para “compreender a realidade da Sociedade da Informação” nas sete regiões da Nomenclatura das Unidades Territoriais para Fins Estatísticos (NUT) de nível II portuguesas, “comparando-as e contrastando-as”, o IDR2015 decorre da atualização dos dados estatísticos utilizados no cálculo das edições anteriores (IDR 2012, IDR 2013 e IDR 2014) e manteve a metodologia inalterada, apesar da introdução de novos indicadores.

O IDR é um instrumento iniciado no âmbito do trabalho de doutoramento de Luís Miguel Ferreira, sob orientação de Luís Amaral, que é desenvolvido no Gávea - Laboratório de Estudos e Desenvolvimento da Sociedade da Informação da Universidade do Minho.

(Diário Digital com Lusa)

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