Cargas curtas podem ser melhor para a bateria do telemóvel; veja dicas

28-05-2016

Ficar com a bateria a zero é um dos maiores temores dos utilizadores de smartphones. Infelizmente por melhores que sejam, as baterias desses aparelhos raramente superam os dois dias de uso. O que acabou por ser um pequeno retrocesso em relação à época dos «dumbphones» sem touchscreen, que conseguiam sobreviver até cinco dias sem voltar para a tomada.

A bateria curta faz com que muitos utilizadores adoptem o uso do carregador quase o tempo todo, mesmo quando ainda tem bateria suficiente para algumas horas de uso. Mas essa táctica pode influenciar na qualidade da mesma. As baterias são compostas de um material de ião-lítio, cuja vida útil é normalmente definida pelo número de ciclos de carga e descarga completa antes da perda significativa da capacidade.

Trocando em miúdos, deixar a carga do telemóvel cair constantemente para zero, e na sequência carregá-lo a 100%, tende a encurtar essa vida útil da bateria. Outro «vilão» é o sobreaquecimento, causado tanto pelo carregamento quanto pela temperatura externa.

Veja mais dicas abaixo:

Evite deixar o telemóvel ligado ao carregador e em 100% sempre
Segundo especialistas, fazer isso tende a forçar a capacidade máxima da bateria. A recomendação é deixar a bateria a funcionar na faixa dos 40% a 80%, usando para isso recargas curtas ao longo do dia. A boa notícia é que os carregadores oficiais das fabricantes são «inteligentes» e reduzam a carga sobre a bateria assim que esta chega aos 100%, então deixá-lo e carregado ocasionalmente neste caso não causa grandes problemas, mas ainda assim, é bom não abusar do método

Não deixe a bateria cair para zero
No extremo oposto, evite ao máximo usar o seu telemóvel até descarregá-lo completamente. Fique atento à percentagem da bateria quando estiver a chegar aos 30% e encontre uma forma de carregá-lo. Carregar de 0 a 100% também exerce muita carga em pouco tempo na bateria, desgastando-a mais rápido. No entanto, fabricantes como a Apple recomendam fazer uma descarga completa e recarga pelo menos uma vez por mês, para fins de calibragem

Fuja do calor
O sobreaquecimento é um dos factores que acaba mais rápido com a qualidade da bateria. Então se esta estiver a aquecer enquanto carrega, é recomendável trocar o carregador por um modelo e marca confiáveis. Se o dia estiver muito quente, não utilize o aparelho em demasia. A uma temperatura média de 0°C, uma bateria perderá 6% da sua capacidade máxima por ano. A 25 °C, esse número salta para 20%, e a 40°C, salta para 35%

Carregamento rápido é bom?
Hoje os carregadores rápidos estão a ganhar força no mercado, com as fabricantes a usá-lo como ferramenta de marketing. Se o carregador for de fábrica do próprio aparelho, não há muito a temer. Mas se for carregador de uma marca terceira, o cuidado deve ser maior. Quanto maior a tensão, menos perda de carga irá ter, mas pode ser perigoso também, pois se não houver um chip inteligente que regule as descidas de tensão no início e no fim da carga, a bateria poderá sofrer um estresse

Carregamento sem fio é prejudicial?
Do ano passado para cá, têm surgido carregadores sem fio, que carregam o telemóvel por indução, encostando-o a uma base. Novamente a dica anterior aplica-se aqui; se for um carregador que veio na caixa do aparelho, feito especialmente para ele, na teoria não haverá problemas. Mas essa tecnologia tende a gerar um pouco de calor residual, o que causará mais desgaste a longo prazo.
(DIAriodigital)

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