Atraso tecnológico do país prejudicou universitários durante pandemia

25-11-2021

A “transição abrupta” do ensino presencial para o ensino à distância no Ensino Superior expôs as “dificuldades estruturais” de Portugal em matéria de equipamentos tecnológicos e acesso à Internet, revela um estudo do Conselho Nacional de Educação (CNE). Ainda assim, alunos e instituições adaptaram-se de um modo “bastante positivo”.

Segundo o documento, solicitado pela Assembleia da República e divulgado esta terça-feira, as mudanças forçadas nas universidades e politécnicos em 2019/2020 tiveram “efeitos significativos, prolongados e diversificados”, que ainda hoje se fazem sentir.

“Estas alterações depararam-se com dificuldades estruturais existentes em Portugal face aos novos desenvolvimentos tecnológicos e à crescente digitalização”, lê-se no estudo. Contratempos que ocorrem “principalmente porque as competências digitais, os equipamentos informáticos e o acesso à Internet não estão generalizados na população portuguesa”.

(Cont a Ler –> JN)

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