Lançamento com êxito da Soyuz, levando a bordo astronauta brasileiro

30-03-2006

A nave espacial Soyuz foi hoje l ançada com êxito para o espaço a partir da base de Baikonur, no Cazaquistão, lev ando uma tripulação russo-norte-americano-brasileira numa missão de dez dias par a a Estação Espacial Internacional (ISS).


O coronel da força aérea brasileira Marcos Pontes, o russo Pavel Vinogr adov e o norte-americano Jeffrey Williams largaram do cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, às 02:30 TMG (03:30 em Lisboa), segundo um porta-voz da agência es pacial russa Roscosmos.

Acoplada a um foguetão Soyuz-FG, de 50 metros de comprimento e 300 tone ladas de peso, a nave Soyuz TMA-FG tem como missão principal transportar Vinogra dov e Williams até à Estação Espacial Internacional (ISS), onde substituirão os seus colegas Valeri Tokarev e William McArthur, que lá se encontram desde Outubr o passado.

Mas a atenção da missão centra-se no terceiro tripulante, o coronel da força aérea brasileira Marcos Pontes, de 42 anos, que se converterá no primeiro astronauta da história do Brasil.

Durante a sua permanência no cosmos, Pontes levará a cabo a missão “Cen tenário”, que inclui um programa de nove experiências científicas, médicas e bio lógicas, nomeadamente no domínio das nanotecnologias, e ainda observações do ter ritório brasileiro com instrumentos instalados no engenho espacial.

“O voo do primeiro avião no Brasil aconteceu em 1906. Agora, passado um século, ocorrerá o primeiro voo de um brasileiro ao cosmos”, explicou recenteme nte Pontes aos jornalistas.

Vinogradov e Williams ficarão na ISS pelo menos meio ano, mas Marcos Po ntes regressará à Terra oito dias depois, a 09 de Abril, na companhia de Tokarev e McArthur, que já estão a fazer as malas para o regresso.

Os cosmonautas Vinogradov e Williams congratularam-se por participar nu m voo histórico para o Brasil e, tal como Pontes, sublinharam o facto de integra rem a expedição “13″ ou “dúzia do diabo”, expressão em russo usada pelos superst iciosos.

“Na verdade, eu sou a tripulação ‘doze e meio’, porque partirei com a ‘ ISS-13′ e regressarei com a ‘ISS-12′, ironizou, a propósito, Marcos Pontes.

Antes da sua chegada a Baikonur, o oficial brasileiro admitiu ter passa do por “certas dificuldades” com a língua e clima rigoroso da Rússia.

A preparação do brasileiro para esta missão, iniciada em Outubro na Cid ade das Estrelas, perto de Moscovo, ficou marcada por um “treino de sobrevivênci a” numa floresta russa com temperaturas de menos 30 graus centígrados.

Porém afirmou que a experiência lhe permitiu “adaptar-se” e “sentir-se à vontade” em qualquer temperatura.

Antes, submeteu-se desde 1998 a um treino no Centro Espacial Johnson, e m Houston (Texas).

( Lusa )

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