Por dentro da maior revolução que já existiu na Microsoft

14-04-2019

As salas secretas, o culto a Satya Nadella, o mítico edifício 7, as reuniões em casas nas árvores, a luta pela extinção e as tecnologias de futuro. Estivemos no coração da empresa para saber qual será, afinal, o grande sucessor do Windows.

É difícil perceber onde acaba o território imperial da Microsoft e onde começa a restante cidade de Redmond. Os mais de 120 edifícios que a gigante tecnológica ocupa naquela região de Seattle, nos EUA, dão a sensação de que sozinhos formam a sua própria cidade, uma espécie de Microsoftópolis. Bem podia sê-lo: só ali a empresa tem mais de 55 mil funcionários, cerca de 40% da sua força laboral total e que está espalhada por 120 países.

Se os edifícios modernos em si são discretos, não ostentando grandes símbolos ou letreiros da Microsoft, já o constante vai e vem de autocarros brancos e verdes com o logotipo da empresa revela que entramos numa das zonas do mundo com maior talento por metro quadrado. É que a distância entre edifícios pode ser tão grande, que há serviço dedicado de transporte disponível para os funcionários.

Fundada há 44 anos, em abril de 1975, por Paul Allen e Bill Gates, a Microsoft contribuiu de forma significativa para a democratização do mundo digital. ‘Um computador em cada secretária’ foi durante muito tempo o mantra que guiou a tecnológica e todos os seus funcionários, que tornaram o sistema operativo Windows num dos produtos mais bem sucedidos da história moderna.
(Cont. a ler –> Dn_insider)

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