“Apex Legends” bate números de “Fortnite” e chega aos 10 milhões de jogadores em três dias

9-02-2019

“Apex Legends” é gratuito e encontra-se disponível para descarregar na PlayStation 4, Xbox One e PC.

É o maior fenómeno dos últimos tempos e promete não ficar por aqui. O jogo “Fortnite” tem dado cartas no género “battle royale” e dizimado qualquer rival neste segmento. Mas agora surge novo adversário de peso. “Apex Legends” quer acabar com o domínio de Fortnite. Foi produzido pela mesma equipa responsável da série “Titanfall”, a Respawn Entertainment. E os primeiros sinais são positivos.

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O jogo conseguiu 10 milhões de jogadores em apenas três dias e, durante esse período, foi jogado por um milhão de pessoas em simultâneo. Só para se ter ideia do que isto significa, convém relembrar que “Fortnite” precisou de duas semanas a chegar a três milhões de jogadores.

Tal como acontece com “Fortnite”, “Apex Legends” transporta 100 jogadores para um mapa virtual no qual andam todos a eliminarem-se mutuamente para no final ficar apenas um jogador. A principal diferença entre os dois jogos é que “Apex Legends” permite escolher entre várias classes. Cada uma oferece-se uma habilidade diferente, a qual pode ser utilizada em benefício de táticas diferentes.

Têm um papel fundamental no mapa de jogo, o qual foi concebido para tirar partido destas mesmas classes. A Respawn Entertainment quer continuar a atualizar e a melhorar o jogo nos próximos meses. “Apex Legends” é gratuito e encontra-se disponível para descarregar na PlayStation 4, Xbox One e PC.

Fortnite, o fenómeno que ameaça o domínio do futebol

O sucesso de Fortnite é tal, que até o CEO do Liverpool já falou disso publicamente. Em entrevista ao Arabian Business, Moore disse que a maioria dos jovens prefere jogar ou ver partidas online de “Fortnite” do que 90 minutos de futebol. “90 minutos é muito tempo para um homem ‘millenial’ ficar sentado no sofá. Quando olho para os números de espetadores de homens ‘millenials’, fico preocupado enquanto CEO de um clube de futebol que precisa de uma nova geração de fãs”, afirmou Moore.

“Somos uma indústria que precisa de dominar a tecnologia para garantir que não perdemos uma geração inteira de jovens que cresce e não tem amor pelo futebol. Temos de criar conteúdo de 60 a 90 segundos para os manter interessados”, apontou Moore.

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