Colaboração entre o futuro e o tradicional é a chave para o sucesso no sector segurador

4-10-2018

Com as InsurTechs a terem um papel disruptor no segmento segurador, as parcerias com estas startups devem ser uma prioridade para as companhias de seguros tradicionais.

Tal como as Fintechs vieram para revolucionar o mundo financeiro, as InsurTechs pretendem unir o mercado dos seguros aos benefícios que a tecnologia oferece, atravessando um período de forte expansão, revela a primeira edição do novo estudo World InsurTech Report, publicado pela Capgemini e pela Efma.

Nesse sentido, mais de metade das seguradoras tradicionais inquiridas (67,1%) admitiu que as InsurTechs terão um papel catalisador na reinvenção da experiência do cliente ao melhorar os níveis de eficácia das operações em grande escala e impulsionando a criação de novos modelos. Cerca de 90 por cento (91,7%) das InsurTechs partilham esta opinião.

Já 37% das empresas “antigas” considerou que as InsurTechs poderão “criar novos modelos de negócio” e 34% afirmou que elas poderão vir a “capacitar as companhias de seguros tradicionais com novas competências (respetivamente 58,3% e 33,3% dos responsáveis das InsurTechs).

O mesmo estudo mostra que o estabelecimento de parcerias para desenvolver uma nova solução surge como a abordagem preferida por 77,9% das seguradoras, enquanto que 75,8% prefere uma abordagem Solution-as-a-Service. Por contrapartida, apenas um terço das seguradoras inquiridas (32,6%) afirmou estar a equacionar possíveis aquisições neste contexto.

Entre as vantagens de uma colaboração entre estes dois intervenientes do sector, são apontadas uma maior capacidade de melhorar a experiência do cliente (77,2%), de acelerar o go-to-market (59,5%), de adquirir novas competências digitais (46,8%) e uma vantagem competitiva face aos concorrentes(40,5%).

As InsurTechs que as companhias de seguros mais desejam como parceiras são aquelas especializadas em dados (62%), em soluções de gestão de sinistros (51,9%),as fornecedoras de soluções de front-office (51,9%) e as especialistas em tecnologias (55,7%), destaca o relatório.

O World InsurTech Report mostra ainda que o surgimento das BigTech, grandes empresas multinacionais especializadas em tecnologia e que possuem um vasto leque de clientes, representam mais mudanças no panorama concorrencial do setor. Aqui, a Amazon representa a maior ameaça para 81% dos inquiridos.

Este aparecimento de novos concorrentes no sector segurador, “põe à prova as companhias de seguros tradicionais no que diz respeito à sua agilidade e à sua capacidade de inovação”, afirma Vincent Bastid, Secrerário Geral da Efma.

“Encontrar um bom parceiro entre as InsurTechs será o fator decisivo para que se consigam impor e triunfar num setor em constante evolução”, conclui.
(Teksapo)

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