Polícia chinesa já tem scanners portáteis para ler os telemóveis dos cidadãos

31-08-2018

Pequim está a investir forte na segurança interna. Ler o que se passa nos telefones dos cidadãos faz parte do processo. A vigilância do Estado alastra e já há casos nos tribunais em que são citadas “investigações electrónicas”.

Filip Liu, um programador de software de Pequim com 31 anos, viajava pela zona mais ocidental da China, na região de Xinjiang, quando foi abordado pela polícia ao sair de um autocarro.
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Os polícias tiraram-lhe o iPhone, ligaram-no a um aparelho de mão que parecia um computador portátil e informaram-no que estavam a “verificar se havia informações ilegais no telemóvel.”

A experiência de Liu em Urumqi, a capital de Xinjiang, não é assim tão incomum numa região atormentada por forças separatistas e repressão por parte das forças de segurança.

Mas estas tecnologias de vigilância, testadas em Xinjiang, estão agora a espalhar-se sub-repticiamente pela China.

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