Web Summit: Wifi na FIL e Meo Arena ligará 50 mil pessoas e 150 mil dispositivos

31-10-2016

A FIL e o Meo Arena vão conseguir ligar os 50 mil participantes aguardados e 150 mil dispositivos em simultâneo, graças cobertura de wifi de alta densidade para a realização da Web Summit em Lisboa.

Só da PT estão ao todo 100 colaboradores envolvidos no projeto que visa assegurar condições de cobertura wifi (internet sem fios) de alta densidade e alta disponibilidade e “permitirá ter ligados em simultâneo 50 mil pessoas e 150 mil dispositivos”, segundo disse fonte oficial da PT Portugal à Lusa.

O processo de ‘upgrade’ (evolução) tecnológico da FIL envolveu duas consultas ao mercado, uma primeira no mercado internacional, para os fabricantes dos equipamentos de tecnologia wifi de última geração e à qual responderam as cinco principais marcas internacionais do setor, relatou a diretora-geral da Lisboa - Feiras, Congressos e Eventos (FIL, Centro de Congressos e PT Meeting Center), Maria João Rocha de Matos.

Destinada aos operadores de telecomunicações do mercado nacional, que deveriam integrar a tecnologia e a conectividade, a segunda consulta terminou com a escolha da proposta de conectividade da PT, com integração da tecnologia CISCO.

O pavilhão Meo Arena já estava dotado de rede wifi, no âmbito de um contrato anterior com a MEO, como explicou o administrador executivo da Meo Arena, Jorge Silva, à Lusa.

“A rede foi montada no final do primeiro ano do contrato com a MEO”, adiantou.

Jorge Silva explicou que no âmbito da Web Summit foram feitas “várias visitas ao pavilhão, várias equipas técnicas foram ao local testar a rede que permite uma conectividade em simultâneo de 20 mil pessoas, a capacidade máxima da sala”.

Questionado sobre a capacidade do pavilhão Meo Arena em termos de wifi face a outros equipamentos similares na Europa, Jorge Silva disse que “não há muitas salas com a capacidade idêntica” e que esta “é a sexta maior sala da Europa”.

A Web Summit “é um evento muito exigente”, a preparação da cimeira foi, “não só intensa, mas também delicada”, contou, por sua vez, Maria João Rocha de Matos.

Isto devido “a algumas especificidades do caderno de encargos subjacente ao evento, designadamente na vertente tecnológica”, e “às exigências de caráter organizacional”, tendo em conta a dimensão e os 50 mil participantes aguardados e que “vão partilhar de forma intensiva e sem precedentes em Portugal uma infraestrutura tecnológica”.

O ‘upgrade’ tecnológico permite fornecer soluções tecnológicas de vanguarda como o Advanced Email Marketing, a solução de voz empresarial GlobalConnect.

Estende-se ainda a toda a rede de dados entre edifícios, FIL e Centro de Congressos de Lisboa, que ficará também renovada, assim como a rede local (WAN e LAN), abrangendo todos os postos de trabalho existentes.

“Esta foi assim a oportunidade para consumar um salto tecnológico que nos coloca na linha da frente a nível nacional e internacional em relação às funcionalidades que passamos a dispor para a realização de eventos de elevada exigência e complexidade tecnológica”, afirmou.

A responsável lembrou que até agora as soluções tecnológicas e equipamentos eram montados à medida de cada evento, mas com o facto da Web Summit durar pelo menos mais três anos “fez sentido pensar na instalação de uma infraestrutura permanente”.

“Foi esse investimento tecnológico que decidimos fazer e que, exigindo recursos avultados, foi inserido numa estratégia de rigor e executado num quadro de contenção financeira em que este projeto teve de ser a exceção”, concluiu.

(Diário Digital com Lusa)

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